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Título
A perpetuação de um Brasil para poucos
Breve relato do lançamento de dois livros
Aroma de livro novo no meu quarto
Revendo a dona árvore
Nossos 40 anos de atividade literária
A marcha fúnebre e o canto da sereia
Meu presente de Natal estava na Escola Senhora de Fátima
O sono da escravidão consentida
Um livro que dá eco à voz da montanha
O combustível da verdadeira amizade
Às favas com os escrúpulos
Lançamento de livro e promessa à minha mãe
Aluísio Pimenta e reflexões sobre a cultura
Os cachorros estão à solta
Gente mais realista que o rei
O perfeito habitat da individualidade
Sobre o fio da navalha da ignorância
Nossa primeira eternidade na festa natalina
Opção voluntária pelo apocalipse
Se é para sujar, suje-se gordo!
Tristes letras fadadas ao desamparo da orfandade
Editoras demolem 'Casa Velha' de Machado de Assis
O município é a matriz de tudo
Disseminadores de ódio não merecem perdão
Divinópolis foi show!
A vida e morte de todos nós
Apenas títulos de canções de Fernando Brant
Desfile de vaidades pela janela
Os excrementos da casa-grande
Onde o diabo enrola e aquece o rabo
Um guarda-chuva em meio à tempestade
Inauguração da discórdia social brasileira
"Sentimento do mundo"
De García Márquez a Einstein
Homenagem à minha "Tia Francisquinha"
Que os políticos desçam de seus palanques!
Dona Dedé, invisivelmente, vive!
Quando duendes e fadas são necessários à vida
Livros, iniciação maçônica e vazios de memória
Quem nos dera domar o descaso cultural!
Sob o império das línguas soltas
O bem-sucedido Projeto Leitura Premiada
Política e Pré-bienal do Livro em Divinópolis
Médico e dono de funerária
A morte do "Zé da Copasa"
Fim do noticiário carimbado
Enfim, o acervo do Padre Paulo Michla!
Nem os cemitérios escapam
Inesquecível "Planeta Arthur"
Os postes em carne e osso